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CEIA DO SENHOR: "TODOS" DEVEM PARTICIPAR?

QUEM SÃO OS "TODOS" QUE PARTICIPAM DA CEIA?
Os convidados pelas Testemunhas de Jeová para a Celebração anual da Morte de Jesus, a Ceia do Senhor, ao assistirem pela primeira vez a Ceia, ficam intrigados ao verem que, raramente alguém participa dos emblemas, o Pão e o Vinho.
Não entendem o porquê dessa forma de participar da Ceia Santa, aja vista, que os textos abaixo relacionados exortam TODOS a comer o pão e beber do cálice do vinho. Acreditam que a passagem de João 6:53 se aplica a CEIA do Senhor e "todos" devem participar dos emblemas.
Realmente, apenas as Testemunhas de Jeová comemoram a Ceia desse modo diferente.

DIFERENÇAS ENTRE JOÃO 6:53 E A CEIA SENHOR
Algumas pessoas acham que em João 6:53 Jesus estava explicando o que as pessoas deveriam fazer na Ceia do Senhor. Elas pensam assim porque nas duas ocasiões Jesus usou palavras parecidas. Mat. 26:26-28
Por isso, elas dizem que "todos" os que assistem à Ceia do Senhor deveriam comer do pão e beber do vinho. Será que isso está certo? É importante descobrir a resposta porque todo ano milhões de pessoas no mundo inteiro se reúnem com a gente nessa reunião.

Diferenças João 6:53 e a Ceia do Senhor (Mat. 26:26-28)
Diferenças básicas entre essas ocasiões:
Primeira diferença: onde e quando Jesus falou as palavras de João 6:53-56? Ele disse essas palavras na Galileia, no ano 32. Isso foi mais ou menos um ano antes de ele realizar a primeira Ceia do Senhor em Jerusalém. Segunda diferença: para quem ele falou essas palavras? Para pessoas que estavam mais interessadas em conseguir comida do que em aprender sobre Jeová e seu Reino. (João 6:26)
Aliás, quando elas acharam difícil entender algumas coisas que Jesus disse, elas rapidamente pararam de acreditar nele. Até alguns discípulos dele deixaram de segui-lo. (João 6:14, 36, 42, 60, 64, 66)

Essas pessoas eram muito diferentes dos 11 apóstolos fiéis que estavam com Jesus cerca de um ano depois, no ano 33, durante a Ceia do Senhor. Naquela ocasião, os apóstolos não entendiam completamente tudo o que Jesus estava ensinando. Mas ao contrário da maioria dos que ouviram Jesus na Galileia, os apóstolos tinham certeza que ele era o Filho de Deus que tinha vindo do céu. (Mat. 16:16)
Jesus elogiou seus apóstolos, dizendo: “Vocês são os que ficaram comigo nas minhas provações.” (Luc. 22:28) Essas duas diferenças já deixam claro que, em João 6:53, Jesus não estava tentando explicar o que aconteceria na Ceia do Senhor. Mas ainda existem outras diferenças.

Segunda diferença:
Durante a Ceia do Senhor, Jesus passou o pão sem fermento para seus apóstolos e explicou que o pão representava o seu corpo. Depois, ele passou o vinho e disse que significava o “sangue do pacto”. (Mar. 14:22-25; Luc. 22:20; 1 Cor. 11:24)
O que Jesus disse sobre o pacto, que ele chamou de “novo pacto”, é muito importante. Esse acordo é feito entre Jeová e “a casa de Israel”, ou seja, não com todos os humanos, mas apenas com aqueles que vão reinar com Jesus no “Reino de Deus”. (Heb. 8:6, 10; 9:15)
Naquela ocasião, os apóstolos não entenderam todos esses detalhes, mas logo eles seriam ungidos com espírito santo e fariam parte desse novo pacto. Assim, eles teriam um lugar no céu, junto com Jesus. João 14:2, 3.

O que Jesus disse durante a Ceia do Senhor se aplica ao “pequeno rebanho”. Os apóstolos que estavam com ele foram os primeiros a fazer parte desse grupo. (Luc. 12:32)
Jesus pediu para eles comerem do pão e beberem do vinho. Outros que fariam parte desse grupo mais à frente também comeriam do pão e beberiam do vinho ao celebrar a Ceia do Senhor. Eles vão receber um lugar no céu junto com Jesus.
Então, essa é outra diferença: as palavras de Jesus na Ceia do Senhor se aplicam apenas a um pequeno grupo de pessoas. Já o que ele disse na Galileia se aplica a um grande número de pessoas.

A maioria das pessoas com quem Jesus falou na Galileia, no ano 32, queria apenas comida. Mas Jesus tentou ajudá-las a entender que havia algo muito mais importante, algo que daria a elas vida eterna. Ele até disse que quem morresse poderia ser ressuscitado no último dia e viver para sempre. Diferentemente da Ceia do Senhor, em João 6 Jesus não estava falando de uma bênção que só poucas pessoas conseguiriam receber.
Na verdade, ele falou de uma bênção que todas as pessoas poderiam ter. Ele disse: “Se alguém comer deste pão, viverá para sempre . . . O pão que eu darei é a minha carne a favor da vida do mundo.”  João 6:51.

Será que Jesus quis dizer que todas as pessoas que já viveram ganhariam a vida eterna? Não. Apenas quem ‘comesse deste pão’, ou seja, tivesse fé em Jesus. Muitos que se dizem cristãos acham que para ser salvos basta “crer [em Jesus]” e aceitá-lo como salvador. (João 6:29, Nova Versão Internacional) Mas não é só isso. Muitos na Galileia que de início acreditaram em Jesus depois pararam de segui-lo. Por quê?

A maioria das pessoas da multidão só seguiam a Jesus por interesse. Elas queriam curas milagrosas, comida de graça e ensinamentos que agradassem aos seus ouvidos. Mas Jesus mostrou que seria necessário muito mais para ser um verdadeiro discípulo dele. Ele deixou claro que não veio à Terra apenas para dar o que as pessoas queriam. Elas teriam que ‘vir a ele’, ou seja, escutar e obedecer a tudo o que Jesus ensinou.  João 5:40; 6:44.
Jesus ensinou que, ao sacrificar seu corpo e seu sangue, ele tornaria possível que as pessoas vivessem para sempre. Mas elas teriam que ter fé nessa verdade. Isso era essencial para os judeus, e é essencial também para nós hoje. (João 6:40) Então, o que Jesus disse em João 6:53 significa que precisamos exercer fé no resgate para ter vida eterna. E essa bênção é possível para muitas pessoas.  Efé. 1:7.

O capítulo 6 do Evangelho de João é muito valioso para todos nós. Ele nos ensina que Jesus ama muito as pessoas. Na Galileia, Jesus curou os doentes, ensinou sobre o Reino e fez questão que as pessoas tivessem o alimento necessário. (Luc. 9:11; João 6:2, 11, 12) Mas, acima de tudo, Jesus ensinou que ele é “o pão da vida”.  João 6:35, 48.
16
É verdade que aqueles que Jesus chamou de “outras ovelhas” não devem comer do pão e beber do vinho na Ceia do Senhor. (João 10:16)
Mesmo assim, eles se beneficiam do corpo e do sangue de Jesus Cristo. Como? Por terem fé no sacrifício de Jesus e em tudo o que ele torna possível. (João 6:53)
Por outro lado, quem come do pão e bebe do vinho mostra que faz parte do novo pacto e que tem a esperança de governar no Reino celestial. Então, não importa se somos ungidos ou das outras ovelhas, o relato de João capítulo 6 é muito significativo para nós. Ele ensina que todos nós devemos ter uma forte fé no resgate para ganhar vida eterna.


QUEM SÃO ESSES "TODOS" PARTICIPANTES DA CEIA
O pacto abraâmico.
Jeová prometera abençoar o descendente de Abraão e disse que esse descendente ‘tomaria posse do portão dos seus inimigos’. (Gên. 22:17, 18; Sal. 105:8, 9)
No cumprimento inicial dessas promessas, o descendente de Abraão se tornou a nação de Israel. Por mais de 400 anos, seus membros eram escravos no Egito, mas “Deus lembrou-se do seu pacto com Abraão” e os libertou. (Êxo. 2:24)

A libertação do Egito - A Páscoa -
A Páscoa (hebr.: pé·sahh; gr.: pá·skha) foi instituída na noite que precedeu o Êxodo do Egito. A primeira Páscoa foi celebrada por volta da época da lua cheia, no dia 14 do mês de abibe (mais tarde chamado nisã) do ano 1513 AEC. Dali em diante, deveria ser celebrada anualmente. (Êx 12:17-20, 24-27) Abibe (nisã) cai nos meses de março-abril do calendário gregoriano. A Páscoa era seguida de sete dias da Festividade dos Pães Não Fermentados, de 15 a 21 de nisã.
A Páscoa comemora a libertação dos israelitas do Egito e serem os seus primogênitos ‘passados por alto’ quando Jeová destruiu os primogênitos do Egito. Quanto à época do ano, caía no início da colheita da cevada.  Êx 12:14, 24-47; Le 23:10.
A Páscoa era uma celebração comemorativa; portanto, a ordem bíblica era: “E terá de acontecer que, quando os vossos filhos vos disserem: ‘Que significa para vós este serviço?’, então tereis de dizer: ‘É o sacrifício da páscoa a Jeová, que passou por alto as casas dos filhos de Israel no Egito quando feriu os egípcios, mas livrou as nossas casas.’” Êx 12:26, 27.
Visto que para os judeus o dia começava após o pôr do sol e terminava no pôr do sol do dia seguinte, o dia 14 de nisã começaria após o poente. A Páscoa seria comemorada na noite após a conclusão do dia 13 de nisã.
A ÚLTIMA PÁSCOA
Visto que a Bíblia declara definitivamente que Cristo é o sacrifício da Páscoa (1Co 5:7) e que ele celebrou a refeição pascoal na noite antes de ser morto, a data de sua morte deve ser 14 de nisã, não 15 de nisã, a fim de cumprir com exatidão o fator tempo retratado no tipo, ou sombra, fornecido na Lei.  He 10:1.

O pacto da Lei-
Depois que Deus fez o pacto abraâmico como passo fundamental para o cumprimento de Seu propósito, como seria a linhagem do descendente protegida contra a contaminação ou o extermínio até que chegasse o tempo para ele surgir? Quando o Descendente realmente chegasse, como poderiam os verdadeiros adoradores identificá-lo? Paulo responde a tais perguntas por destacar a sabedoria de Deus em temporariamente adicionar o pacto da Lei. Esse apóstolo escreve:
“Por que, então, a Lei? Ela foi acrescentada para tornar manifestas as transgressões, até que chegasse o descendente a quem se fizera a promessa; e ela foi transmitida por intermédio de anjos, pela mão dum mediador, A Lei, tornou-se o nosso tutor, conduzindo a Cristo, para que fôssemos declarados justos devido à fé.”  Gálatas 3:19, 24.
No monte Sinai, Jeová fez um ímpar pacto nacional entre si mesmo e Israel, o pacto da Lei, com Moisés qual mediador. (Gálatas 4:24, 25)
O povo concordou entrar nesse pacto, e este foi validado com o sangue de touros e bodes. (Êxodo 24:3-8; Hebreus 9:19, 20)
O pacto forneceu a Israel leis teocráticas e um esquema para um governo justo. O pacto proibia casar-se com pagãos ou participar em imorais e falsas práticas religiosas. Isso protegia os israelitas e era uma força para preservar incontaminada a linhagem do descendente. (Êxodo 20:4-6; 34:12-16) Mas, visto que nenhum israelita imperfeito podia guardar a Lei completamente, os pecados se tornaram manifestos. (Gálatas 3:19)
Também destacava a necessidade de um sacerdote perfeito, permanente, e de um sacrifício que não precisasse ser repetido anualmente.
A Lei era como um tutor que leva uma criança ao necessário instrutor, que seria o Messias, ou Cristo. (Hebreus 7:26-28; 9:9, 16-22; 10:1-4, 11)
Quando tivesse cumprido o seu objetivo, o pacto da Lei cessaria.  Gálatas 3:24, 25; Romanos 7:6; .

Ao fazer o pacto temporário, Deus também mencionou o seguinte objetivo emocionante: “Se obedecerdes estritamente à minha voz e deveras guardardes meu pacto, então vos haveis de tornar minha propriedade especial. . . E vós mesmos vos tornareis para mim um reino de sacerdotes e uma nação santa.(Êxodo 19:5, 6)
Que perspectiva! Uma nação de reis-sacerdotes. Mas, como seria isso possível? Como a Lei mais tarde especificou, a tribo governante (Judá) e a tribo sacerdotal (Levi) receberam responsabilidades diferentes. (Gênesis 49:10; Êxodo 28:43; Números 3:5-13)
Nenhum homem poderia ser tanto governante civil como sacerdote. Ainda assim, as palavras de Deus em Êxodo 19:5, 6 forneciam motivo para se crer que de alguma maneira não revelada, os que estavam no pacto da Lei teriam a oportunidade de prover os membros de “um reino de sacerdotes e uma nação santa”.

O pacto do Espírito-
Entretanto, o pacto da Lei tornou-se, em certo sentido, “obsoleto” quando Deus anunciou, mediante o profeta Jeremias, que haveria um novo pacto. (Je 31:31-34; He 8:13)
Em 33 EC, o pacto da Lei foi cancelado à base da morte de Cristo na estaca de tortura (Col 2:14), sendo substituído pelo novo pacto.  He 7:12; 9:15; At 2:1-4.
Assim sendo, Jeová formou uma simbólica nova nação, “o Israel de Deus”. Gal. 6:16
Junto com Cristo, essa nação compõe o figurativo descendente de Abraão, que, como predito por Jeová, seria usado para abençoar a humanidade. Gál. 3:16, 29; 6:16.
Jeová continua a ‘lembrar-se de seu pacto’ e das bênçãos prometidas nele. Atualmente, Deus provê um farto suprimento de alimento espiritual em mais de 1.100 línguas.

O Israel de Deus-
Por mais de 1.500 anos antes da vinda de Jesus como o prometido Messias, a nação carnal de Israel foi o povo especial de Jeová. Apesar de constantes advertências, a nação, como um todo, mostrou-se infiel. Quando Jesus apareceu, foi rejeitado por esta nação. (João 1:11) De modo que Jesus disse aos líderes religiosos judeus: “O reino de Deus vos será tirado e será dado a uma nação que produza os seus frutos.” (Mateus 21:43)
Reconhecer esta ‘nação que produz os frutos do Reino’ é vital para a salvação.
A nova nação é a ungida congregação cristã, nascida em Pentecostes de 33 EC. Os primeiros membros dela eram discípulos judeus de Jesus, que o aceitaram como seu Rei celestial. (Atos 2:5, 32-36)
No entanto, eram membros da nova nação de Deus não à base da ascendência judaica, mas à base da fé em Jesus. De modo que este novo Israel de Deus era algo ímpar: uma nação espiritual. Quando a maioria dos judeus se negou a aceitar Jesus, fez-se aos samaritanos e depois aos gentios o convite de fazer parte da nova nação. Esta nova nação foi chamada de “o Israel de Deus”.  Gálatas 6:16.

No antigo Israel, quando os que não eram judeus se tornavam prosélitos, eles precisavam sujeitar-se à Lei mosaica, e os varões tinham de simbolizar isso por ser circuncidados. (Êxodo 12:48, 49) Alguns cristãos judeus achavam que o mesmo se devia aplicar aos que não eram judeus no Israel de Deus. No entanto, Jeová tinha outra coisa em mente. Espírito santo orientou o apóstolo Pedro a ir ao lar do gentio Cornélio. Quando Cornélio e sua família aceitaram a pregação de Pedro, eles receberam espírito santo,  mesmo antes de serem batizados em água. Isto mostrava claramente que Jeová aceitara esses gentios como membros do Israel de Deus, sem exigir que se sujeitassem à Lei mosaica.  Atos 10:21-48.

Alguns dos crentes achavam isso difícil de aceitar, e, pouco depois, todo este assunto teve de ser tratado pelos apóstolos e anciãos em Jerusalém. Como autoridade, este corpo ouviu testemunho que pormenorizava de que forma o espírito santo estivera ativo em crentes não-judeus. A pesquisa na Bíblia mostrava que isso se dava em cumprimento de profecias inspiradas. (Isaías 55:5; Amós 9:11, 12) Chegou-se a uma decisão correta: os cristãos que não eram judeus não estavam sujeitos à Lei mosaica. (Atos 15:1, 6-29)
Portanto, o Israel espiritual é realmente uma nova nação, não uma mera seita do judaísmo.

Em harmonia com isso, quando o discípulo Tiago escreveu a cristãos ungidos do primeiro século, ele dirigiu a sua carta “às doze tribos que estão espalhadas”. (Tiago 1:1; Apocalipse 7:3-8)
É claro que os cidadãos do novo Israel não foram designados a tribos específicas. Não havia no Israel espiritual uma divisão em 12 tribos distintas, assim como tinha havido no Israel carnal. Não obstante, a expressão inspirada de Tiago indica que, no conceito de Jeová, o Israel de Deus tinha substituído totalmente as 12 tribos do Israel natural. Quando um israelita natural se tornava parte da nova nação, sua ascendência carnal,  mesmo que ele fosse da tribo de Judá ou de Levi,  não influía em nada.  Gálatas 3:28; Filipenses 3:5, 6.

A Ceia do Senhor
A ÚLTIMA PÁSCOA
Visto que a Bíblia declara definitivamente que Cristo é o sacrifício da Páscoa (1Co 5:7) e que ele celebrou a refeição pascoal na noite antes de ser morto, a data de sua morte deve ser 14 de nisã de 33 d. C., a fim de cumprir com exatidão o fator tempo retratado no tipo, ou sombra, fornecido na Lei.  He 10:1.  
É interessante que na última páscoa geral dos Judeus, toda nação Judaica festejou a Libertação do Egito.

A PRIMERA CEIA DO SENHOR
Na data de sua morte 14 de nisã de 33 d. C, no mesmo horário da comemoração da Páscoa, após terminada a festa Judaica, Jesus inaugurou a sua santa Ceia;
Mateus 26:26-29 Ao continuarem a comer, Jesus pegou um pão e, depois de proferir uma bênção, partiu-o e deu aos discípulos, dizendo: “Peguem, comam. Isto representa o meu corpo.”  E, pegando um cálice, ele deu graças e o deu a eles, dizendo: “Bebam dele, "todos vocês",  pois isto representa o meu ‘sangue do pacto’, que será derramado em benefício de muitos, para o perdão de pecados.
Outro fato interessante é que na primeira Ceia do Senhor, apenas os Doze apóstolos foram convidados. Todavia 11 deles participaram dos emblemas. Judas se retirou após o termino da última páscoa e em seguida Jesus instituiu a primeira Ceia do senhor.
Um terceiro fato, é que na Ceia primeira, Jesus já tinha cerca de 500 discípulos, no entanto não foram convidados.

Lucas 22:19, 20,28, 29 Ele pegou também um pão, deu graças, partiu-o e deu a eles, dizendo: “Isto representa o meu corpo, que será dado em benefício de vocês. Persistam em fazer isso em memória de mim.”  Ele fez o mesmo com respeito ao cálice, depois de terem tomado a refeição, dizendo: “Este cálice representa o novo pacto com base no meu sangue, que será derramado em seu benefício.....28, “No entanto, vocês são os que ficaram comigo nas minhas provações; 29 e eu faço com vocês [11 apóstolos fiéis] um pacto para um reino, assim como o meu Pai fez um pacto comigo.

"TODOS" PARTICIPANTES DA CEIA - QUEM SÃO?
Vamos contextualizar esses textos e interpretar cada um deles com a interpretação correta.
João 1:10-12 Ele estava no mundo, e o mundo veio a existir por meio dele, mas o mundo não o conheceu. 11 Ele veio ao seu próprio povo [Judeus e prosélitos], mas eles não o aceitaram. [não completando o pleno número PRÉ DETERMINADO] , Apoc 14:1-4
12 No entanto, a "TODOS" [Judeus e Gentios] os que o receberam, [tornaram Cristãos] , ele deu autoridade para se tornarem filhos adotivos [celestiais] de Deus, porque exerciam fé no seu nome.
COMENTÁRIOS
Na leitura da Bíblia, especialmente nos evangelhos, Jesus foi apresentado apenas à nação Judaica e prosélitos: "Jesus enviou esses 12, dando-lhes as seguintes instruções: “Não se desviem para a estrada das nações e não entrem em cidade samaritana;  mas, em vez disso, vão somente às ovelhas perdidas da casa de Israel. (Mateus 10:5, 6)
Quem são os receberam Jesus do seu povo e quem são a "todos" que receberam o Messias?
Mateus 11:1 Quando terminou de dar instruções aos seus 12 discípulos, Jesus partiu dali para ensinar e pregar nas cidades deles.
Observe que o povo de Deus não recebeu a Jesus, por isso Jesus prometeu: (Mateus 21:43) É por isso que lhes digo: O Reino de Deus será tirado de vocês e será dado a uma nação que produza os seus frutos.
Portanto, pela reação da nação do Povo Judeu, Jesus disse em Mateus 22:3-10 Ele mandou seus escravos chamar os convidados à festa de casamento, mas estes não quiseram ir. 4 Mandou novamente outros escravos, dizendo: ‘Digam aos convidados: “Já preparei o banquete; meus touros e meus animais gordos já foram abatidos e tudo está pronto. Venham à festa de casamento.”’ 5 Mas os convidados, [NAÇÃO UDAICA] indiferentes, foram embora, um para seu próprio campo, outro para seu negócio; 6 e os outros agarraram os escravos dele, os maltrataram e os mataram. 7 “O rei ficou furioso e enviou seus exércitos, matou aqueles assassinos e queimou a cidade deles. 8 Depois disse aos seus escravos: ‘A festa de casamento está pronta, mas os convidados não eram dignos. 9 Portanto, vão às estradas que saem da cidade [ SAMARIA E GENTIOS] e convidem para a festa de casamento a qualquer um que encontrarem.’ 10 Então, esses escravos foram às estradas e reuniram todos os que encontraram, tanto maus como bons, e a sala para a cerimônia do casamento ficou cheia de convidados.... 14 “Porque há muitos convidados, mas poucos escolhidos.”

Mateus 26:26-29 Ao continuarem a comer, Jesus pegou um pão e, depois de proferir uma bênção, partiu-o e deu aos discípulos, dizendo: “Peguem, comam. Isto representa o meu corpo.” 27 E, pegando um cálice, ele deu graças e o deu a eles, dizendo: “Bebam dele, "todos vocês", 28 pois isto representa o meu ‘sangue do pacto’, que será derramado em benefício de muitos, para o perdão de pecados.
COMENTÁRIOS:
A PRIMERA CEIA DO SENHOR
Na data de sua morte 14 de nisã de 33 d. C, no mesmo horário da comemoração da Páscoa, após terminada a festa Judaica, Jesus inaugurou a sua santa Ceia;
Mateus 26:26-29 Ao continuarem a comer, Jesus pegou um pão e, depois de proferir uma bênção, partiu-o e deu aos discípulos, dizendo: “Peguem, comam. Isto representa o meu corpo.”  E, pegando um cálice, ele deu graças e o deu a eles, dizendo: “Bebam dele, "todos vocês",  pois isto representa o meu ‘sangue do pacto’, que será derramado em benefício de muitos, para o perdão de pecados.
Outro fato interessante é que na primeira Ceia do Senhor, apenas os Doze apóstolos foram convidados. Todavia 11 deles participaram dos emblemas. Judas se retirou após o término da última páscoa e em seguida Jesus instituiu a primeira Ceia do senhor.
Um terceiro fato, é que na Ceia primeira, Jesus já tinha cerca de 500 discípulos, no entanto não foram convidados.

Lucas 22:19, 20,28, 29 Ele pegou também um pão, deu graças, partiu-o e deu a eles, dizendo: “Isto representa o meu corpo, que será dado em benefício de vocês. Persistam em fazer isso em memória de mim.”  Ele fez o mesmo com respeito ao cálice, depois de terem tomado a refeição, dizendo: “Este cálice representa o novo pacto com base no meu sangue, que será derramado em seu benefício.....28, “No entanto, vocês são os que ficaram comigo nas minhas provações; 29 e eu faço com vocês [11 apóstolos fiéis] um pacto para um reino, assim como o meu Pai fez um pacto comigo.


João 6:53-58 Assim, Jesus lhes disse: “Digo-lhes com toda a certeza: A menos que comam a carne do Filho do Homem e bebam o seu sangue, vocês não têm vida em si mesmos. 54Quem se alimenta da minha carne e bebe o meu sangue tem vida eterna, e eu o ressuscitarei no último dia, 55 pois a minha carne é verdadeiro alimento, e o meu sangue é verdadeira bebida. 56 Quem se alimenta da minha carne e bebe o meu sangue permanece em união comigo, e eu em união com ele. 57 Assim como o Pai, que vive, me enviou e eu vivo por causa do Pai, assim também aquele que se alimenta de mim viverá por causa de mim. 58 Este é o pão que desceu do céu. Não é como quando os seus antepassados comeram e mesmo assim morreram. Quem se alimentar deste pão viverá para sempre.”
COMENTÁRIOS: Vide explicações no início deste artigo. (logo acima)

1 Coríntios 10:16, 17 Será que o cálice de bênção que abençoamos não é uma participação no sangue do Cristo? O pão que partimos não é uma participação no corpo do Cristo?  Visto que há um só pão, nós, embora muitos, somos um só corpo, pois "todos" participamos daquele único pão.
COMENTÁRIOS: Quem é o corpo de Cristo? É a sua Igreja e noiva eleita e predestinada como Grupo fechado. Observe os parâmetros ára eles serem escolhidos neste artigo. No tempo do fim, os remanescentes membros da noiva vivos, já em fase final, o pleno número deles estaria em declínio com relação ao primeiro século. Apoc. 6:9-11; 12:17.
Então "todos" que participam na Ceia do Senhor, no contexto geral, são "todos de um determinado grupo seleto e fechado por Jeová, os chamados santos do Supremo. Daniel 7:18; Compare com 1 Coríntios 1:2

Romanos 8:14-16 Porque todos os que são guiados pelo espírito de Deus são realmente filhos de Deus. 15 Pois vocês não receberam um espírito de escravidão, que causasse novamente temor, mas receberam um espírito de adoção como filhos, e é por meio desse espírito que clamamos: “Aba, Pai!” 16 O próprio espírito dá testemunho com o nosso espírito de que somos filhos [adotivos] de Deus.
COMENTÁRIOS
Note que "todos" mencionados no texto acima, receberam um selo de adoção para serem adotados filhos espirituais, embora fosse filhos de Deus terrestres, ( natureza carnal). Por isso, todos escolhidos recebem um testemunho que eles são escolhidos para viverem numa nova natureza, a espiritual, a fim de herdarem o reino celestial de Jeová.

Gálatas 3:26-28 Todos vocês são, de fato, filhos [adotivos] de Deus, por meio da sua fé em Cristo Jesus. Pois "todos vocês", que foram batizados em Cristo, se revestiram de Cristo.  Não há nem judeu nem grego, nem escravo nem homem livre, nem homem nem mulher; pois todos vocês são um só em união com Cristo Jesus.
COMENTÁRIOS: Novamente, no Contexto geral do Novo testamento, este termo "todos" se aplica apenas aos Cristãos ungidos da classe sacerdotal, da qual a classe não sacerdotal, jamais será ungida. Perceba que a classe do Pátio do Templo espiritual [não sacerdotal] nunca irá adentrar no santo e no santíssimo. indicando assim, que essa classe nunca irá para o céu. Êxodo 28:35


O ISRAEL DE DEUS HOJE
A NOVA NAÇÃO SANTA DE JEOVÁ. Durante séculos, Jeová Deus lidou exclusivamente com o Israel natural, vez após vez enviando seus profetas à nação para que o povo se desviasse do seu proceder errante.
Por fim, enviou seu Filho, Cristo Jesus, mas a maioria o rejeitou. Por isso, Jesus disse aos principais sacerdotes e fariseus descrentes: “O reino de Deus vos será tirado e será dado a uma nação que produza os seus frutos.”  Mat. 21:33-43.

QUAIS ERAM AS TRIBOS ORIGINAIS DE ISRAEL?
Em seu leito de morte, Jacó abençoou seus 12 filhos na seguinte ordem: Rubem, Simeão, Levi, Judá, Zebulão, Issacar, Dã, Gade, Aser, Naftali, José e Benjamim; e, por meio destes, prosseguiu o arranjo tribal, patriarcal.

QUAIS ERAM AS TRIBOS DO “ISRAEL SIMBÓLICO” DO APOCALIPSE?
AS TRIBOS DE "ISRAEL" DO APOCALIPSE NÃO SÃO AS MESMAS DO ISRAEL ORIGINAL, VEJA:
No Apocalipse João vê selagens de tribos de “ISRAEL” (ESPIRITUAL SIMBÓLICO):  E ouvi o número dos selados: cento e quarenta e quatro mil, selados de toda tribo dos filhos de Israel:  Da tribo de Judá, Rubem, Gade, Aser, Naftali, MANASSÉS (não tem nas doze originais), Simeão, Levi, Issacar, Zebulão, José, Benjamim, doze mil selados. CADÊ A TRIBO DE DÃ?

CONSIDERAÇÕES SOBRE OS 144.000.
01- Os TODOS os 144000 REIS E SACERDOTES seriam ajuntados “originalmente” do ISRAEL CARNAL. Êx. 19:6.
JESUS começou a sua pregação somente para os JUDEUS naturais. Mat. 10:6.
02- O ISRAEL CARNAL COMO NAÇÃO, abandonou Jeová e seu Messias e NÃO aceitou o Novo pacto. Então, JESUS ordenou que se direcionasse a pregação PARA AS NAÇÕES. Os CRISTÃOS em geral aceitaram e começou se o ajuntamento do pleno número, na NOVA ALIANÇA para o REINO, de todas nações.
03- O “ISRAEL” DE DEUS os israelitas “espirituais”, foram os novos pactuados. Gal. 6:16.
04- Os 144000 são de todas as nações tribos, povos e línguas, Apoc. 5:9,10, 14:1,3.
05- Os 144000 também poderiam ser constituídos por alguns israelitas carnal arrependidos e enxertados na nova aliança, na OLIVEIRA, de Jeová, como ramos naturais readmitidos, junto com ramos de Oliveira Brava. (Nações). Rom 9:1-8,27, 11:1,2,7,11-15.
06- Os 144000 são escolhidos a base do Pacto para o REINO. Luc. 22:28,29.
07- Os 144000 começaram a ser selados em Pentecostes e termina antes da grande tribulação.  
08- Os 144000 serão governantes, NO CÉU. Apoc. 20:6, Dan 7:13,14,18,27.
09- Os 144000 são ADORADORES de Jeová e seguidores de Cristo. Apoc. 14:1.
10- Os 144000 são classe sacerdotal, reis, junto com o Sumo Pontífice único e eterno, Cristo Jesus. Heb. 7:22-28.
11- Os 144000 terão SÚDITOS terrestres (classe dos átrios ou pátios). Apoc. 5:9,10.
12- Os 144000, somente Eles ganham Imortalidade de imediato ao serem ressuscitados e arrebatados antes da Grande Tribulação. Apoc 20:6.
13- Os DEMAIS não arrebatados, OS GOVERNADOS pelos 144000, somente ganharão suas vidas eternas no Final do Reino de 1000 anos, aqui na Terra. Apoc 20:1-3, 7-9,11-15.


PERGUNTA DE LEITOR
Diz a Bíblia que o Israel natural rejeitado a princípio se arrependerá na grande tribulação é será salvo?
A Escritura sagrada é enfática em afirmar que o Israel natural como nação foi rejeitada por Deus. Mas, Deus deixou uma esperança para Judeus individuais a esperança  de serem salvos pela fé em Jesus.  Alguns confundem a afirmação: "TODO ISRAEL SERÁ SALVO", Rom. 11:26.  
ENTRETANTO, examinando o contexto fica evidente que se aplica ao remanescente do ISRAEL ESPIRITUAL. VEJA: Não é judeu aquele que o é por fora, nem é circuncisão aquela que a é por fora, na carne.
Mas Judeu, é aquele que o é no íntimo, e a sua circuncisão é a do coração, por espírito, e não por um código escrito.” Rom. 2:28, 29
“Nem todos os que procedem de Israel são realmente ‘Israel’.” Rom. 9:6.

CONCLUSÃO
Paulo orou incessantemente pela salvação dos israelitas SEUS EX IRMÃOS> Todavia não conseguiram entender e aceitar a justiça de Jeová a Salvação pela fé em Jesus e não por obras da Lei mosaica. Rom. 9:1-3; 10:1-4.
Jesus se empenhou avidamente para que os israelitas se salvassem como Nação, porém foi inútil, foram rejeitados coletivamente. Mateus 23:37-37.
No Reino milenar de Cristo as nações da Terra  andarão na Luz da Nova Jerusalém celestial até chegarem a perfeição no final do milênio. A esposa de Cristo jamais morará na Terra, pois estão com Jesus para sempre no céu. Apoc. 21:2,23-25; 1 Tess. 4:17.
No Milênio milhares de Judeus justos  ou injustos poderão ser ressuscitados e salvos. Atos 24:15; Apoc. 20:11-13.  


"TODOS" PARTICIPANTES DA CEIA - A NOIVA DE CRISTO

SABE EXPLICAR?
Dos 512 discípulos de Jesus, por que apenas 12 apóstolos foram convidados para a Ceia do Senhor?
O que Jesus quis dizer que *todos* os 11 deveriam comer da Ceia noturna? A Ceia não é pacto para salvação dos participantes; é pacto para o reino milenar e perdão dos pecados da classe sacerdotal (dos 11 fieis). Judas nunca será perdoado.

CONCLUSÃO
Portanto, todos participantes da Ceia do Senhor, devem ser os da Classe Sacerdotal, os remanescentes (ungidos, ou Judeus espirituais), que ainda estão na terra, e atuam nos Atrios santo do templo espiritual de Jeová. [na terra] Apoc. 11:1,2.
Além de Sacerdotes serão REIS. Parte de Todos 144.000, já estão no Céu em suas posições celestiais aguardando o arrebatament,o antes da Volta de Cristo. Apoc. 6:9:11.  Uma vez, todos juntos, constituirão a NOIVA do Cordeiro, a nova Jerusalém. Apoc. 21:9,10
O Israel de Deus em Apocalipse 7:1-4, não são as tribos originais do Israel carnal, mas os remanescentes deles, serão todas tribos povos línguas e nações, assim como a grande multidão também o é.  Apoc. 7:1,2,,3,9,10,14,15
Os demais da classe não sacerdotal, vivos que servem nos pátios do templo hodierno, nunca serão arrebatados, pois eles serão salvos no Armagedom, Para viverem na Terra, os átrios do templo espiritual de Jeová. (Volta de Cristo] Apoc. 7:9,10,14,15

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