70 ANOS DE CATIVEIRO OU DESOLAÇÃO DE JERUSALÉM?
70 ANOS DE SERVIDÃO DE TODAS AS NAÇÕES AO REI DE BABILÔNIA

(Jeremias 25:9-13) estou convocando todos os povos do norte”, diz Jeová, “ *estou convocando o meu servo Nabucodonosor, rei de Babilônia, e vou trazê-los contra esta terra, contra os seus habitantes e contra todas as nações ao redor. Eu os entregarei à destruição e farei deles um motivo de terror, um alvo de assobios e uma ruína permanente* . 10 Porei fim ao som de exultação e ao som de alegria entre eles, à voz do noivo e à voz da noiva, ao som do moinho manual e à luz da lâmpada. 11 *E toda esta terra será reduzida a ruínas e se tornará um motivo de terror, e essas nações terão de servir ao rei de Babilônia por 70 anos* .”’ 12 “‘Mas, *quando se completarem 70 anos, ajustarei contas com o rei de Babilônia e aquela nação por causa dos seus erros’, diz Jeová, ‘e farei da terra dos caldeus um deserto desolado para sempre* . 13 Vou trazer sobre aquela terra todas as palavras que falei contra ela, todas as coisas que Jeremias profetizou contra todas as nações e que estão escritas neste livro.
(Jeremias 27:5-17,22) ‘Fui eu que fiz a terra, a humanidade e os animais que há na face da terra, com o meu grande poder e o meu braço estendido, e os dou a quem for do meu agrado. 6 *E agora eu dou todas essas terras nas mãos do meu servo Nabucodonosor, rei de Babilônia; eu lhe dou até mesmo os animais selvagens para que o sirvam. 7 Todas as nações servirão a ele, ao seu filho e ao seu neto, até que chegue a vez da sua própria nação, quando muitas nações e grandes reis o escravizarão* . *Se alguma nação ou reino se recusar a servir a Nabucodonosor, rei de Babilônia* , e *se recusar a pôr o pescoço debaixo do jugo do rei de Babilônia, eu punirei essa nação com a espada, a fome e a peste’, diz Jeová, ‘até que eu os tenha eliminado pelas mãos dele* ’.
Portanto, não escutem os seus profetas, nem os seus adivinhos, nem os que fazem predições para vocês por meio de sonhos, nem os seus praticantes de magia, nem os seus feiticeiros, os quais lhes dizem: “ *Vocês não servirão o rei de Babilônia.” 10 Pois eles profetizam mentiras para vocês, e por causa disso vocês serão levados para longe da sua terra. Eu espalharei vocês, e vocês serão eliminados* . 11 *Mas a nação que puser o pescoço debaixo do jugo do rei de Babilônia e o servir, eu a deixarei ficar na sua terra’, diz Jeová, ‘para cultivá-la e morar nela’. 12 E também a Zedequias, rei de Judá, eu transmiti essa mesma mensagem, dizendo: “Ponham o pescoço debaixo do jugo do rei de Babilônia e sirvam a ele e ao seu povo, e vocês viverão. 13 Por que o senhor e o seu povo deveriam morrer pela espada, pela fome e pela peste, assim como *Jeová falou sobre a nação que não servir o rei de Babilônia* ? 14 Não escutem as palavras dos profetas que lhes dizem: ‘Vocês não servirão o rei de Babilônia’, pois eles profetizam mentiras para vocês. 15 “‘Pois eu não os enviei’, diz Jeová, ‘mas eles estão profetizando mentiras em meu nome, e o resultado será que eu espalharei vocês, e vocês serão eliminados, vocês e os profetas que profetizam para vocês’.” 16 E aos sacerdotes e a todo este povo eu disse: “Assim diz Jeová: ‘Não escutem as palavras dos seus profetas, que profetizam para vocês, dizendo: “Vejam! Os utensílios da casa de Jeová muito em breve serão trazidos de volta de Babilônia!” Pois eles profetizam mentiras para vocês. 17 Não os escutem. *Sirvam o rei de Babilônia e vocês viverão* . Por que deveria esta cidade se tornar uma ruína?
(Jeremias 27:22) ‘“Eles serão levados para Babilônia e lá ficarão até o dia em que eu voltar a minha atenção para eles”, diz Jeová. “Então os trarei de volta e os devolverei a este lugar.”’”
(Jeremias 29:4-13) “Assim diz Jeová dos exércitos, o Deus de Israel, a todo o povo exilado, que fiz ser levado de Jerusalém para o exílio em Babilônia: 5 ‘Construam casas e morem nelas. Plantem pomares e comam os seus frutos. 6 Tomem esposas e tenham filhos e filhas; tomem esposas para os seus filhos, e deem as suas filhas em casamento, para que elas também tenham filhos e filhas. Tornem-se muitos, e não diminuam em número. 7 Empenhem-se pela paz da cidade para onde os exilei, e orem a Jeová a favor dela, pois a paz dela significará paz para vocês. 8 Pois assim diz Jeová dos exércitos, o Deus de Israel: “Não se deixem enganar pelos seus profetas e pelos seus adivinhos, que estão entre vocês, nem deem ouvidos aos sonhos que eles estão tendo. 9 Pois ‘eles estão profetizando mentiras para vocês em meu nome. Eu não os enviei’, diz Jeová.”’” 10 “Pois assim diz Jeová: ‘ *Quando se completarem 70 anos em Babilônia, voltarei a minha atenção para vocês e cumprirei a minha promessa, trazendo-os de volta para cá* .’ 11 “‘Pois eu sei muito bem o que tenho em mente para vocês’, diz Jeová. ‘Quero que tenham paz, não calamidade. Quero dar a vocês um futuro e uma esperança. 12 E vocês me chamarão e virão a mim em oração, e eu vou escutá-los.’ 13 “‘Vocês me procurarão e me acharão, pois me buscarão de todo o coração.
(Isaías 23:15) *Naquele dia Tiro ficará esquecida por 70 anos* , o tempo de vida de um só rei. *Ao fim de 70 anos acontecerá a Tiro assim como na canção de uma prostituta* :
DESOLAÇÃO DA TERRA DE JUDÁ
2 Crônicas 36:20, 21 Ele levou cativos para Babilônia os que escaparam da espada, e eles se tornaram servos dele e dos seus filhos até que o reino da Pérsia começou a dominar. Isso aconteceu para que se cumprisse a palavra de Jeová falada por Jeremias, até que a terra tivesse saldado os seus sábados. *Durante todo o tempo em que ficou desolada, ela guardou o sábado, até cumprir 70 anos* .
Daniel 9:2 sim, no primeiro ano do seu reinado, eu, Daniel, *compreendi pelos livros o número de anos para se cumprir a desolação de Jerusalém* , conforme mencionado na palavra de Jeová dirigida ao profeta Jeremias; *seriam 70 anos*.
(Zacarias 1:12) Em vista disso, o anjo de Jeová disse: “Ó Jeová dos exércitos, *até quando negarás tua misericórdia a Jerusalém e às cidades de Judá, com as quais ficaste indignado por esses setenta anos* ?”
(Zacarias 7:1-7) E, no quarto ano do rei Dario, Zacarias recebeu a palavra de Jeová, no dia quatro do nono mês, isto é, o mês de quisleu. 2 O povo de Betel enviou Sarezer e Regem-Meleque com seus homens, para suplicar o favor de Jeová 3 dizendo aos sacerdotes da casa de Jeová dos exércitos e aos profetas: “Devo chorar no quinto mês e jejuar, como tenho feito por tantos anos?” 4 Recebi novamente a palavra de Jeová dos exércitos: 5 “Diga a todo o povo desta terra e aos sacerdotes: ‘Quando vocês jejuavam e lamentavam no quinto e no sétimo mês, durante 70 anos, era realmente para mim que jejuavam? 6 E, quando comiam e bebiam, não era para vocês mesmos que comiam e bebiam? 7 Não deviam vocês obedecer às palavras que Jeová proclamou por meio dos antigos profetas, enquanto Jerusalém e as cidades ao seu redor estavam habitadas e em paz, e enquanto o Neguebe e a Sefelá estavam habitados?’”
É impróprio jejuar por causa da execução dos julgamentos de Deus
É TEMPO de jejuar quando a ocasião é de prosperidade? Especialmente quando esta prosperidade procede das mãos do Criador do céu e da terra? Quando o Deus adorado se agrada de seus adoradores e se alegra com eles, é próprio que seus adoradores pranteiem, mesmo que seja por causa do passado? Não seria mais fortalecedor e animador para seus adoradores participar na Sua alegria e prosseguir com a tarefa designada — em vez jejuar e prantear? Neemias, um governador da província persa de Judá, no quinto século, disse certa vez ao povo em Jerusalém: “O regozijo de Jeová é o vosso baluarte.” — Neemias 8:10.
O tempo em que se suscitaram estas perguntas foi o quarto ano do reinado do Rei Dario I, do Império Persa, ou seja, o ano 518 A.E.C. Apenas vinte dias menos do que dois anos antes desta interrogação, Jeová, por meio do profeta Ageu, dissera aos judeus que haviam recomeçado a trabalhar nos alicerces do segundo templo em Jerusalém: “Por favor, fixai nisso vosso coração, deste dia em diante, desde o vigésimo quarto dia do nono mês, desde o dia em que se lançou o alicerce do templo de Jeová; fixai nisso vosso coração: Há ainda semente na cova de cereais? E até agora, a videira, e a figueira, e a romãzeira, e a oliveira — ela não produziu, não é? A partir deste dia concederei bênção.” (Ageu 2:18, 19) Desde então se deviam ter colhido duas safras abençoadas no país.
Então, ao se suscitar a pergunta sobre o jejum e o pranto, Jeová respondeu esta vez por meio de seu profeta Zacarias. O profeta disse: “Além disso, sucedeu no quarto ano de Dario, o rei, que veio a haver a palavra de Jeová para Zacarias, no quarto dia do nono mês, quer dizer, em quisleu. E Betel passou a enviar Sarezer e Regem-Meleque, e seus homens, para abrandar a face de Jeová, dizendo aos sacerdotes que pertenciam à casa de Jeová dos exércitos, e aos profetas, sim, dizendo: ‘Chorarei no quinto mês, observando abstinência, assim como fiz, oh! por tantos anos?’” — Zacarias 7:1-3.
Betel era uma das cidades que haviam sido restabelecidas na terra de Israel pelos judeus retornados do exílio em Babilônia. (Esdras 2:28; 3:1) Quando Sarezer e Regem-Meleque, de lá, perguntaram: “Chorarei?”, referia-se a cada habitante individual de Betel. Pois, “oh! por tantos anos”, os betelitas já haviam celebrado um jejum, uma abstinência de alimentos, no quinto mês lunar de cada ano. Observava-se evidentemente no décimo dia daquele mês (abe), a fim de comemorar que naquele dia Nebuzaradã, chefe da guarda pessoal de Nabucodonosor, depois de dois dias de inspeção, havia queimado a cidade de Jerusalém e seu templo. (Jeremias 52:12, 13; 2 Reis 25:8, 9) Mas agora que o restante fiel dos judeus estava reconstruindo o templo de Jeová em Jerusalém e já havia feito quase a metade, deviam os betelitas continuar a realizar tal jejum?
Aqueles betelitas celebravam também mais três outros dias de jejum. Um destes no terceiro dia do sétimo mês lunar (tisri), para comemorar o assassinato do Governador Gedalias, que era da casa real do Rei Davi, e a quem Nabucodonosor constituíra em governador do país, para os judeus pobres que se permitiu que permanecessem depois da destruição de Jerusalém. (2 Reis 25:22-25; Jeremias 40:13 a 41:10) Outro jejum era observado no décimo dia do décimo mês, tebete, para recordar o dia em que Nabucodonosor, de Babilônia, iniciou seu longo sítio de Jerusalém. (2 Reis 25:1, 2; Jeremias 52:4, 5) Um quarto jejum era guardado no nono dia do quarto mês (tamuz), porque foi naquele dia que os babilônios abriram uma brecha nas muralhas de Jerusalém, em 607 A.E.C., e penetraram na cidade condenada. 2 Reis 25:2-4; Jeremias 52:6, 7; Zacarias 8:19.
O que comemoravam pelo jejum, até o ano 519 A.E.C., a saber, o começo do sítio de Jerusalém, o irrompimento pelas muralhas de Jerusalém pelos babilônios e a destruição de Jerusalém e seu templo pelos exércitos de Babilônia, foram todos a execução dos julgamentos de Jeová. Embora o assassinato do Governador Gedalias, por um judeu traidor, não fosse uma execução de julgamento de Deus, resultou no completo abandono e na desolação da terra de Judá, assim como Jeová havia decretado. Todos estes foram acontecimentos tristes para os judeus desobedientes. Mas eram os julgamentos executados por Jeová algo pelo qual se devia jejuar e prantear? Devia-se lamentar a execução da vontade de Deus? Trata-se de um mal que deve ser relembrado com tristeza?
O ponto de vista de Deus sobre a questão foi transmitido ao seu profeta Zacarias, não aos sacerdotes, aos quais Sarezer e Regem-Meleque foram enviados de Betel para perguntar. O inspirado Zacarias disse:
8 “E continuou a vir a haver para mim a palavra de Jeová dos exércitos, dizendo: ‘Dize a todo o povo da terra e aos sacerdotes: “Quando jejuastes e houve lamentação no quinto mês e no sétimo mês, e isto por setenta anos, jejuastes realmente para mim, sim, para mim? E quando estáveis comendo e quando estáveis bebendo, não fostes vós que comíeis e não fostes vós que bebíeis? Não devíeis obedecer às palavras que Jeová clamou por intermédio dos profetas anteriores, enquanto aconteceu que Jerusalém estava habitada e tranqüila, com as suas cidades em sua volta, e enquanto o Negebe [Terra Sulina] e a Sefelá [Terras Baixas] estavam habitados?”’” Zacarias 7:4-7.
Quando os judeus exilados jejuavam durante os setenta anos da desolação da terra de Judá e também durante todos estes anos desde o retorno do restante deles à sua pátria, estavam realmente jejuando para Jeová? Era um jejum que Ele podia aceitar? Tratava-se dum jejum que ele lhes havia imposto? Não se jejuava por causa da destruição de coisas que ele condenara à destruição? Estas abstinências de alimento eram assim como se eles se entregassem a comer e a beber. Comiam para si mesmos. De modo similar, jejuavam para si mesmos, por causa das calamidades que lhes haviam sobrevindo por não obedecerem às palavras que seu Deus proclamara por meio de Jeremias e de outros profetas anteriores. Em vista de tais atitudes, como podiam tirar proveito espiritual de seu jejum? Como podia tal jejum torná-los mais inclinados a fazer a vontade de Deus? A obediência em primeiro lugar era melhor do que jejuar por causa das calamidades que lhes sobrevieram por não terem obedecido a Deus desde o começo.
Não é um jejum por causa de dificuldades, que endireita a questão com Deus. O que faz isso é desviar-se do caminho desobediente e fazer o bem positivo, segundo as ordens de Deus. Neste respeito, observemos o que Zacarias foi mandado a dizer mais: “E continuou a vir a haver a palavra de Jeová para Zacarias, dizendo: ‘Assim disse Jeová dos exércitos “Fazei o vosso julgamento com verdadeira justiça; e praticai mutuamente benevolência e misericórdias; e não defraudeis nem viúva, nem menino órfão de pai, nem residente forasteiro, nem atribulado, e não maquineis nada de mal um contra o outro nos vossos corações.” Mas, persistiram em negar-se a prestar atenção e continuaram a oferecer um ombro obstinado, e fizeram seus ouvidos demasiadamente insensíveis para ouvir. E tornaram seu coração como pedra de esmeril para não obedecer à lei e às palavras que Jeová dos exércitos enviara por meio de seu espírito, por intermédio dos profetas anteriores; de modo que ocorreu grande indignação da parte de Jeová dos exércitos.’
“‘E por isso aconteceu que, assim como ele chamou e não escutaram, assim eles chamavam e eu não escutava’, disse Jeová dos exércitos. ‘E eu, tempestuosamente, passei a lançá-los por todas as nações que não conheceram; e a própria terra ficou desolada atrás deles, sem haver quem passasse por ela e sem haver quem retornasse; e passaram a fazer da terra desejável um assombro.’” Zacarias 7:8-14.
12 Isto era falar franco com Sarezer, Regem-Meleque e os homens vindos com eles de Betel. Sua pátria amada havia ficado desolada por setenta anos por causa da maldade e da desobediência para com a lei de Deus que exigia justiça segundo a verdade, benevolência e misericórdias. Agora, seu retorno de Babilônia havia descontinuado a desolação da terra. Podiam permanecer nesta terra por adotarem um proceder oposto ao de seus pais, o da obediência. Isto não se faria por jejuar em lembrança das calamidades. Relacionado com a obediência, tinham de fazer a obra do templo.
(Zacarias 8:1-5) Recebi novamente a palavra de Jeová dos exércitos: 2 “Assim diz Jeová dos exércitos: ‘ *Terei zelo de Sião, um grande zelo, e com grande furor terei zelo dela* .’” 3 “Assim diz Jeová: ‘Voltarei para Sião e residirei em Jerusalém. E Jerusalém será chamada de cidade da verdade; e o monte de Jeová dos exércitos, de monte santo.’” 4 “Assim diz Jeová dos exércitos: ‘Homens e mulheres idosos voltarão a se sentar nas praças de Jerusalém, cada um com o seu bastão na mão por causa da idade avançada. 5 E as praças da cidade ficarão cheias de meninos e meninas brincando.’”
CONCLUSÃO
Esdras 3:1 nos mostra que Jeová realmente é um grande cronometrista e que sempre cumpre suas promessas no tempo certo.
*Jeová predisse que Jerusalém ficaria desolada por 70 anos* . Esse versículo diz que somente no sétimo mês do ano 537 AEC é que os israelitas ofereceram seu primeiro sacrifício. O Rei Nabucodonosor havia entrado em Jerusalém no quinto mês de 607 AEC mas foi somente dois meses depois, ou seja, no sétimo mês, que Jerusalém foi totalmente destruída.
Então *como predito por Jeová a desolação de Jerusalém de 70 anos terminou no tempo certo* . Relatos como esse fortalecem nossa confiança em Jeová e em que tudo o que sua palavra prediz sempre se cumpre.
Quanto *todas nações servirem ao Rei de Babilônia por 70 anos não tem relação com os 70 anos de desolação de Jerusalém* , pois nações mundanas ao redor de Jerusalém começaram a servir o rei da Babilônia antes da destruição de Jerusalém. Isaías 23:15; Jeremias 25:9-13; Jeremias 27:5-17,22; Isaías 23:15
A coroação de Nabucodonosor como rei da Babilônia Nabucodonosor sucedeu seu pai, Nabopolassar, no trono da Babilônia. Ele governou o Império Babilônico entre 604 a.C. e 562 a.C. Antes de assumir o trono, ainda como príncipe herdeiro, Nabucodonosor serviu como comandante do exército babilônico em algumas ofensivas militares.
Seu pai foi o fundador da dinastia caldaica. Ele se aproveitou do enfraquecimento da Assíria e conseguiu se tornar rei da Babilônia em 626 a.C. Devido a uma aliança medo-babilônica, ele também destruiu a cidade de Nínive, e em seguida avançou contra Harã.....O rei Nabucodonosor também liderou várias ofensivas contra outras nações, como por exemplo, contra Tiro entre 585 e 572 a.C., e contra o Egito em aproximadamente 568 a.C. (Ezequiel 26-28; 29:18).
DESTRUIÇÃO DE JERUSALÉM 587 OU 607 a. C?
Nabucodonosor investiu contra JERUSALÉM por 3 vezes. O profeta Daniel viveu durante todo o período em que os babilônios dominavam sobre o povo Judeu e ficou até o início do domínio Persa. Por volta do 19º ano de Nabucodonosor em 587 a.C., [CRONOLOGIA BABILÔNICA] Jerusalém foi destruída no seu terceiro sítio.
Tanto as muralhas da cidade quanto o templo de Jerusalém (cuja construção era atribuída ao rei Salomão e que por isso era chamado de O Templo de Salomão) foram destruídos. O resto da cidade ficou em ruínas durante pouco mais de um século até a reconstrução da cidade. Esta foi a primeira e dolorosa destruição tanto do templo como de Jerusalém que o povo judeu sofreu.
No ano 587 a. C. [CRONOLOGIA BABILÔNICA] o povo judeu partiu para o exílio em BABILÔNIA, O CATIVEIRO.
A Bíblia profetizou que Jerusalém DESOLADA 70 ANOS. Dan. 9:2
No ano 539 a. C [CRONOLOGIA IMPÉRIO PERSA] CIRO destruiu BABILÔNIA.
Depois de algum tempo CIRO. emitiu um decreto de SOLTURA dos Judeus cativos. Após isso partiram do CATIVEIRO em retorno para JERUSALÉM. a Caravana chegou em Jerusalém em 537 a. C..
Portanto JERUSALÉM pelas datas acima não ficou não DESOLADA 70 ANOS, conforme profetiza a Bíblia. Dan. 9:2.
QUEM ESTÁ INCORRETO ?
1- 587 a. C data da cronologia BABILÔNICA para a destruição de JERUSALÉM
2- 539 a. C data da destruição de BABILÔNIA. [CRONOLOGIA PERSA]
3- 70 anos de DESOLAÇÃO DE JERUSALÉM. [Profecia da Bíblia]. Dan. 9:2
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