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144.000 - FESTIVIDADES JUDAICAS INDICAM O PRESENTE? - https://adeusheresias.com.br

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144.000 - FESTIVIDADES JUDAICAS INDICAM O PRESENTE?

Essas três festividades são de interesse especial para nós CRISTÃOS, por causa de seu significado profético. “Três vezes no ano todo macho teu deve comparecer perante Jeová, teu Deus, no lugar que ele escolher”. Deu.16:16.
OBS: Toda “alegoria” do VT, cumpre-se em realidades no novo testamento.

PRIMEIRA FESTIVIDADE- RECOLHIMENTO DO REI DO REINO CELESTIAL JESUS.
A primeira delas era a festividade dos pães não fermentados. (Deu.16:1a8). Seguia se à celebração da Páscoa e durava sete dias.
Trazendo à atenção o significado profético desta festividade, o apóstolo Paulo escreveu: “Cristo, a nossa páscoa, já tem sido sacrificado. Consequentemente, guardemos a festividade, não com o velho fermento, nem com o fermento de maldade e iniquidade, mas com os pães não fermentados da sinceridade e da verdade” 1 Cor. 5:7, 8.

SEGUNDA FESTIVIDADE-RECOLHIMENTO DOS 144000 GOVERNANTES COM CRISTO, NO CÉU.
A seguir, vinha a festividade das semanas, ou de Pentecostes. (Deu. 16:9-12) Era celebrada sete semanas mais tarde, ou no quinquagésimo dia após o dia 16 de nisã. Neste dia, ofereciam-se as primícias da colheita do trigo. Ela durava apenas um dia e representava as primícias da humanidade, os 144.000 MEMBROS DO CORPO ESPIRITUAL DE CRISTO, QUE FORAM COMPRADOS DENTRE A HUMANIDADE. (Tia. 1:18; Apoc. 14:4). Bem apropriadamente, esta congregação do ISRAEL ESPIRITUAL, como veio a ser chamado, teve seu início no dia literal de Pentecostes.  Atos 2:1; Gal. 6:15, 16; Apoc .7:4-8. IRÃO PARA O CÉU.

TERCEIRA FESTIVIDADE-RECOLHIMENTO DA “GRANDE MULTIDÃO" DOS GOVERNADOS, PARA VIVEREM NA TERRA.
A última do ano era a “festividade das barracas”. (Deu. 16:13-15). Ocorria no sétimo mês, do décimo quinto ao vigésimo primeiro dia, havendo uma assembleia solene no vigésimo segundo dia. Comemorava a morada dos israelitas em barracas durante a sua peregrinação de quarenta anos no ermo. Era também chamada de festividade do recolhimento, visto que celebrava a colheita final de todas as suas safras.
Uma de suas caraterísticas era o meneio de folhas de palmeiras. Isto nos faz lembrar a visão do apóstolo João sobre o ajuntamento da “GRANDE MULTIDÃO” que acenava com folhas de palmeiras e dizia: “Devemos a salvação ao nosso Deus, que está sentado no trono, e ao Cordeiro”. (Apoc. 7:9, 10)
Hoje, Jesus Cristo está ajuntando a “GRANDE MULTIDÃO” de suas “outras ovelhas”, para que finalmente fique unida com o seu “pequeno rebanho”, constituindo-se assim apenas “um só rebanho” debaixo de um só “pastor excelente. MORARÃO NA PARA SEMPRE NA TERRA. Sal.37:29.

Terceira festividade - AJUNTAMENTO DA GRANDE MULTIDÃO
A Festividade das Barracas, ou do Recolhimento, que começava no 15.º dia do sétimo mês, etanim, ou tisri, encerrava a parte principal do ano agrícola de forma alegre, visto que a colheita, em geral, já havia sido então completada.  Lev. 23:33-36, 39-43;
Interessante observar que nessa última colheita do ano os sacerdotes não se oferecia as primícias destas colheita. Interessante notar que, como nação, os israelitas ofereciam as primícias a Deus na Festividade dos Pães sem Fermento e em Pentecostes. Todavia na festividade  das barracas ou recolhimento, não ofertavam "as primícias" dessas colheita. Isso era  um indicativo que a GRANDE MULTIDÃO não eram as PRIMÍCIAS. O termo “primícias”  foi aplicado figurativamente a Cristo e a seus seguidores ungidos. Lev. 23:33-36, 39-43; 1Cor. 15:23; Núm. 15:21; Pr 3:9; Apo. 14:4.

Estrangeiros no templo espiritual de Deus
Conforme predito, os da grande multidão “adoram [a Deus] dia e noite, no seu templo”. (Apocalipse 7:15), Visto que não são israelitas espirituais, sacerdotais, é provável que João os tenha visto em pé, no templo, no pátio externo dos gentios. (1 Pedro 2:5)
Como se tornou glorioso o templo espiritual de Jeová, enchendo-se os seus recintos com essa grande massa de gente que, junto com o restante do Israel espiritual, o adora!
Os da grande multidão não servem a Deus na condição retratada pelo pátio sacerdotal interno. Não são declarados justos para se tornarem filhos espirituais, adotivos, de Deus. (Romanos 8:1, 15) No entanto, por exercerem fé no resgate de Jesus, eles têm uma condição limpa perante Jeová. São declarados justos com o objetivo de serem seus amigos. (Note Tiago 2:21, 23.)
Têm também o privilégio de apresentar sacrifícios aceitáveis no altar espiritual de Deus. Assim, a profecia de Isaías 56:6, 7, tem um glorioso cumprimento nesta enorme multidão: “Os estrangeiros que se juntaram a Jeová para ministrar-lhe e para amar o nome de Jeová, . . . eu também vou trazer ao meu santo monte e fazê-los alegrar-se dentro da minha casa de oração. Seus holocaustos e seus sacrifícios serão para aceitação sobre o meu altar. Pois a minha própria casa será chamada mesmo de casa de oração para todos os povos.”

Entre os sacrifícios que esses estrangeiros oferecem estão “o fruto de lábios [igual às ofertas preparadas de cereais bem moídos] que fazem declaração pública do . . . nome [de Deus]” e ‘fazer o bem e partilhar as coisas com outros’. (Hebreus 13:15, 16)
O grande recipiente de água que os sacerdotes tinham de usar para se lavar é igualmente um lembrete importante para esses estrangeiros. Eles também têm de sujeitar-se a uma limpeza espiritual e moral, ao passo que a Palavra de Deus se torna progressivamente mais clara para eles.

O Santo e sua mobília
Têm o Santo e sua mobília algum significado para essa grande multidão de estrangeiros? Estes nunca estarão na condição retratada pelo Santo. Não nascem de novo como filhos espirituais de Deus com cidadania celestial. Será que isso os torna invejosos ou cobiçosos? Não. Antes, alegram-se de ter o privilégio de apoiar o restante dos 144.000 e mostram profundo apreço pelo propósito de Deus em adotar estes filhos espirituais, que participarão com Cristo em levar a humanidade à perfeição.
Os da grande multidão de estrangeiros prezam também a grande benignidade imerecida de Deus, de conceder-lhes a esperança terrestre de ter vida eterna no Paraíso. Alguns destes estrangeiros, iguais aos netineus da antiguidade, receberam privilégios de supervisão ao ajudarem o sacerdócio santo. (Isaías 61:5) Dentre eles, Jesus designa “príncipes em toda a terra”.  Salmo 45:16.

Embora os da grande multidão de estrangeiros nunca entrem no antitípico Santo, eles aprendem lições valiosas da mobília deste. Assim como o candelabro precisava dum constante suprimento de óleo, assim os estrangeiros precisam de espírito santo para ajudá-los a compreender as verdades progressivas da Palavra de Deus, transmitidas pelo “escravo fiel e discreto”. (Mateus 24:45-47)
Além disso, o espírito de Deus ajuda-os a aceitar o seguinte convite: “O espírito e a noiva [o restante ungido] estão dizendo: ‘Vem!’ E quem ouve diga: ‘Vem!’ E quem tem sede venha; quem quiser tome de graça a água da vida.” (Apocalipse 22:17)

Portanto, o candelabro lembra aos da grande multidão a sua obrigação de brilharem como cristãos e de evitarem qualquer atitude, pensamento, palavra ou ato que contristaria o espírito santo de Deus. Efésios 4:30.
A mesa dos pães da proposição lembra aos da grande multidão que, para permanecerem espiritualmente sadios, precisam assimilar regularmente o alimento espiritual da Bíblia e das publicações do “escravo fiel e discreto”. (Mateus 4:4)
O altar do incenso os faz lembrar da importância de orarem fervorosamente a Jeová, pedindo que lhes ajude a manter a integridade. (Lucas 21:36) As orações deles também devem incluir expressões sinceras de louvor e agradecimento. (Salmo 106:1) O altar do incenso também lhes lembra a necessidade de louvarem a Deus de outras formas, tais como por cantar de todo o coração os cânticos do Reino nas reuniões cristãs e por se preparar bem para fazer uma eficaz “declaração pública para a salvação”.  Romanos 10:10.


PERGUNTA DE LEITOR
Os salvos passarão pela Grande Tribulação ou serão arrebatados antes dela?
RESPOSTA: Jesus afirmou claramente: Na grande tribulação ELE,  salvará duas classes de pessoas.  A primeira classe: arrebatamento dos Escolhidos em espírito. 1 Cor; 15:50; A segunda classe são as pessoas que serão salvas em carne e osso para saírem da grande tribulação e herdarem a Terra. Mat. 24:21,22,31; Prov. 2:21,22.  
Em Apocalipse capítulo 7:1-4; 9-15 encontramos duas classes DISTINTAS de pessoas de salvas.
 
Veja o modelo profético de tabernáculo. São duas classes distintas de Pessoas a serem salvas:
A sacerdotal e o povo. Só a classe sacerdotal entra para o interior da cortina rasgada, com caminho livre para o céu ilustrando que HOJE que somente os 144.000 reis e sacerdotes serão arrebatados. Heb. 3:1; 10:1; 19-22.
O Povo dos átrios (pátios) NÃO eram são autorizados entrar no cômodo santo e muito menos no cômodo santo dos santos (santíssimo), e quando entravam morriam, simbolizando HOJE, a salvação da grande multidão na Terra. (classe beneficiada pela classe sacerdotal, a noiva de Cristo, na Nova Jerusalém). Heb. 9:7

Esse modelo profético do Tabernáculo simboliza também que a MEDIAÇÃO DE DEUS É SOMENTE FEITA PELO SUMO SACERDOTE JESUS com a classe  SACERDOTAL hoje os 144.000, os sub sacerdotes. E classe SACERDOTAL beneficiaria a Classe dos átrios (pátios),hoje a Grande Multidão. Apoc. 7:9,10.
É por isso que Jesus é mediador de um novo pacto só com os 144.000 ungidos.

MATÉRIAS ADICIONAIS


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